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Memorial

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“Conhecer é tarefa de sujeitos, não de objetos. E é como sujeito e somente enquanto sujeito, que o homem pode realmente conhecer.” Paulo Freire Por que escolhi ser professor de Língua Portuguesa!? Ser professor para mim é um estado de espírito ou uma essência que constitui meu ser. Antes que venha escrever algo sobre a minha escolha de ser professor, algo que remete ao título desta narrativa, transcrevo uma breve história que fará um flashback e revelem justificativas por minha acertada decisão. Na minha infância, as brincadeiras de “escolinha” eram frequentes. Preenchiam nosso tempo e nos divertiam bastante. Porém, ainda não tinha despertado em mim nenhum interesse em ser educador. Durante o ensino médio, no horário oposto às minhas aulas, comecei a ajudar algumas pessoas com reforço escolar. Esse foi primeiro contato que tive com o ensino e ali, sim, despertou em mim o “ser professor”. Por volta de 2012, comec...

Descobrindo o amor pelas Letras

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Como e quando surgiu o meu interesse pelo curso de Licenciatura em Letras com Português? Essa é uma pergunta que já me fizeram várias vezes, após ter iniciado a graduação em Letras pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB), inclusive pelo fato de ter abandonado o curso de Administração pela Universidade de Feira de Santana para cursar Licenciatura. Primeiramente, apesar de o curso de Administração ser uma excelente oportunidade de ter uma vida profissional e financeira estável e bem sucedida, particularmente eu não me sentia no “lugar” certo e sentia acolhida naquele ambiente acadêmico também. Então, quando surgiu a oportunidade de mudar de curso, sendo algo que me identificava, não pensei duas vezes. Além dessa falta de pertencimento ao curso de Administração, existe um fator preponderante que só me atentei após ter iniciado a graduação em Letras Vernáculas. Quando criança, fui alfabetizada dentro da minha própria casa, visto que minha mãe é professora e naquela época as c...

MEMORIAL

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Para um futuro próximo... Cátia de Jesus Lima Não é difícil escrever as razões que me trouxeram à Universidade para cursar Língua Portuguesa e Literatura. Primeiramente, posso falar sobre a minha imensa vontade de ser professora e rememorar minhas brincadeiras na infância quando simulava uma sala de aula em que eu ‘ensaiava’ o ofício de ensinar. Nesse período, crescia em meu coração uma pequena chama de amor pela profissão. Recordo-me que quando iniciava o ensino médio, peguei emprestado de uma professora bem humilde o livro de Paulo Freire Pedagogia de Autonomia . Fiz a leitura completa desse livro e várias anotações que até hoje guardo na minha caixinha de recordações. A forma como Paulo Freire descreveu a docência me encantou e reafirmou em mim o desejo antes inocente de seguir a profissão. O que seguiu dessa experiência foi pesquisas, ainda imaturas, relacionadas ao ato de ensinar, não aguentava encontrar uma revista Nova Escola , ou aquela Ciência Hoje das Criança...

MEMORIAL

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Sou Adriana Nascimento dos Santos, nasci em 09 de fevereiro de 1988, no povoado de Várzea dos Porcos, município de valente-BA, onde resido até hoje. Sou de uma família humilde. Sempre estudei em escola pública e, com muita dificuldade, levei minha vida diária sem perder as esperanças de um dia retornar para uma instituição onde pudesse terminar minha formação acadêmica e assim ser uma profissional na área da Educação.   Desde que conclui o Ensino Médio, no ano de 2004, sempre sonhei em cursar uma faculdade. Mas as condições financeiras não me permitiam no momento, pois na cidade onde moro só têm faculdades particulares. Em 2014, depois de terminar o ensino médio, fiquei um bom tempo sem estudar, uns 10 anos. Fiz o cursinho Universidade para Todos (UPT), na Universidade do Estado da Bahia (UNEB) e ganhei a isenção do vestibular na instituição. Não acreditava que iria passar no vestibular, mas, para minha surpresa, passei. No entanto, eu não estava muito preparada para ...

Por que escolhi ser professora de língua portuguesa?

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Brunna dos Santos Oliveira Ser professora de língua portuguesa era um sonho de criança. Lembro-me de que dava aula aos meus primos, ajudando-os nas atividades e ficava muito feliz quando via que eles conseguiam aprender. A sensação era inexplicável, cada vez mais tinha certeza de que queria ser professora. Porém, enfrentei muitas dificuldades. Sempre que comentava que queria ser professora, na maioria das vezes com familiares e amigos, a resposta era: “eu que não queria ser professora”, “da muito trabalho”, “ganha pouco”, “professor não é valorizado”. Cheguei a desacreditar e me convenci a desistir da profissão. Ainda cursando o ensino médio, pensei: vou tentar uma profissão que ninguém tenha o que falar, que dê dinheiro. Prestei vestibular para o curso de Odontologia, na UEFS, mas não passei. Não fiquei triste. Agora, eu tinha a oportunidade de tentar o meu sonho, teria que tentar, nem que fosse apenas para me certificar de que eu não queria. Então, no final do 3°ano do e...